Stand up Comedy na Expo Negócios Itatiba

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A força do entusiasmo

Hoje quero citar o trabalho de um grande palestrante, o Prof. Gretz, conferencista em todo o Brasil com mais de 3.500 palestras nos últimos 25 anos, sempre falando da importância do entusiasmo, motivação e principalmente o bom humor para alcançarmos nossos objetivos.

Gretz também é escritor, autor de 11 livros, com mais de 250.000 exemplares vendidos, foi considerado em 2004 pela revista Exame, um dos 10 palestrantes mais contratados pelas empresas. O vídeo abaixo, poderá lhe dar uma boa ideia do que ele anda “aprontando” nos palcos, confira já…

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Valor pessoal na hora da venda

Eduardo Zugaib escreve para a revista “Ser Mais“, publicitário especializado em marketing, profissional de comunicação, professor, escritor e palestrante motivacional e comportamental.

Criador e apresentador do boletim “O Poder da Criatividade”, veiculado para o Alto Tietê/SP pela Metropolitana AM 1070, para o Vale do Paraíba/SP pela Metropolitana FM 101,9 e Metropolitana FM 99,1 e também pela internet, pelo site http://www.redemetropolitana.com.br

Eduardo Zugaib

Publicitário, escritor e palestrante

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A quantas anda a confiabilidade na sua vida? Qual o índice de confiança que seu cliente nutre em relação ao seu trabalho, à sua empresa? Como está o nível de atendimento ou superação da expectativa que um dia foi gerada em torno do seu nome? Confiabilidade é a capacidade de cumprir, de modo confiável e exato, o que se configurou um dia como promessa.

Dentro da expectativa gerada sobre nós, a promessa consolida-se a partir da somatória de alguns fatores. O primeiro deles baseia-se nos compromissos que são assumidos através da nossa comunicação de marketing, a “informação oficial” contida na propaganda que divulga nosso trabalho. A ele somam-se as expectativas mínimas e comuns que existem sobre todos aqueles que oferecem o mesmo produto ou serviço que nós: os nossos concorrentes. Quanto mais diferenciais a concorrência oferece ao cliente, mais alto se torna esse fator, já que aquilo que um dia foi diferencial pode estar, atualmente, sendo visto como nada além do mínimo, da obrigação que se espera daqueles que atuam em determinado mercado.

Como terceiro componente vem a expectativa gerada no momento do contato pessoal de venda. É a hora da verdade junto ao cliente, fortalecida pela segurança que é transmitida durante o contato. Uma segurança que torna-se tangível através do conhecimento que demonstramos sobre nosso produto, suas vantagens e benefícios. O conhecimento da empresa e de sua real capacidade de atendimento, bem como a capacidade de estabelecer uma relação consultiva com o cliente, colocando em sincronia o nosso ouvir, o nosso compreender e o nosso agir, reforçam a percepção de segurança por parte do cliente. Essa percepção consolida-se com a nossa real capacidade de resolver seus problemas, apresentando soluções condizentes.

Confiabilidade e segurança ganham força a partir do nosso estilo pessoal, representado pelo “conjunto da obra”: a vestimenta adequada ao contexto, nossa gesticulação e comunicação corporal, nossa linguagem verbal e, principalmente, a atitude que demonstramos não apenas durante a venda, mas também depois dela. Essa autenticidade confere um tempero especial quando o assunto é o encantamento do cliente, já que surge como um comportamento natural e prazeroso, e não um dever teatralizado, encenado a qualquer custo em busca da meta.

Qual o seu nome?

Confiram o texto de Marcio Mussarela, um grande Comunicador Corporativo, apresentador de TV, colunista da Revista Você S/A, palestrante que utiliza o que aprendeu em Jornalismo, Artes Cênicas e Administração para encantar, cativar e inspirar platéias em empresas de todo o país.

Marcio Mussarela

Comunicador Corporativo

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No “servserv” pude notar que já tinha meu mantra estabelecido:

Chegava no mesmo horário, entrava pela mesma porta, pegava a mesma fila, servia a mesma comida e caminhava na mesma direção rumo a balança, até o peso era muito parecido. Ao chegar à balança o mesmo texto:

– pode colocar. Dizia a menina em tom monocórdio.

Eu colocava o prato na balança.

-Qual o número? ela registrava meu número no computador (eu tenho conta lá, graças a Dona Isabel mas isso eu conto em outro post) e completava o mantra:

– pode tirar.

Só faltava um AUMMMMMM para que aquilo virasse realmente um mantra.Todo dia a mesma rotina

– Pode colocar. Qual o número? Pode tirar. Os olhos cabisbaixos fitando a tela da balança. Catatônica.

Um dia o sistema tinha caído e ela não podia registrar no computador os números de conta, então ela devia confirmar os nomes das pessoas para anotar num bloquinho de papel. Mesmo assim continuava o mantra:

– Pode colocar. Qual o número? Seu nome? Pode tirar.

A cada nova pessoa o novo velho mantra.

Ao ver aquilo uma inquietação tomou conta de mim, interrompi:

– O meu é Márcio. E o seu?

Algo aconteceu naquele momento. A expressão neutra que dominava aquela atendente foi ganhando brilho, seu olhar se elevou, descolando da tela fria da balança e cruzou com um outro olhar, o meu.

-O meu nome? Disse ela quase duvidando que aquilo pudesse estar acontecendo.

-É, qual o seu nome?

-É Lais. Disse ela entregando além da resposta um belo sorriso.

– Posso tirar? Perguntei, me adiantando ao mantra

– Pode! Disse ela ainda mais entusiasmada.

No dia seguinte lá estava eu em meu mantra porta, fila, serve, balança. Surpresa.

-Oi. Disse Lais vestindo seu novo sorriso.

– Oi Lais como vai? Disse já colocando o prato na balança.

– tudo bem. Pode tirar.

(Opa! Peraí. Cadê o mantra?) Insisti:

-você não quer saber o meu número?

E ela toda orgulhosa: – é 672 né? Com um ar maroto de quem faz uma surpresa.

-É. Respondi mais surpreso ainda.

– então bom almoço… Márcio.

– bom trabalho, Lais.

A transformação que se seguiu foi incrível. Lais começou a interagir com as outras pessoas, seu espírito era outro, estava motivada, disposta, olhando as pessoas no rosto e oferecendo a elas um sorriso como complemento de suas refeições. Depois pude perceber que ela já chamava os outros pelo nome e também trocava gentilezas. Devo admitir que senti até uma pontinha de ciúmes, mas a alegria dela era tão grande que era impossível não incentivar o seu comportamento.

O que aconteceu? O mantra a havia deixado invisível e ela aceitou essa condição, afinal só recebia atenção de seu instrumento de trabalho e reagia conforme.

A partir do momento em que ela foi vista por alguém e como alguém, ela não era mais um acessório da balança fria, neutra, monótona. E passou a existir, começou a se relacionar com o mundo. Todos no servserv notaram sua mudança e Lais foi promovida. Agora era caixa.

Quantas vezes aceitamos um mantra e quando menos esperamos estamos invisíveis ou cegos? Quantas experiências deixamos de viver por simples falta de iniciativa? Quantas balanças não estão em nossa frente agora? Quantos clientes seus estão à espera de que alguém lhes pergunte o nome?

O meu nome é Márcio Mussarela.

E o seu?

Confiança gera Comprometimento

Leila Navarro é uma das palestrantes mais bem conceituadas dentro e fora do Brasil, tanto, que já ganhou duas vezes o Prêmio Palestrante do Ano (2005 e 2009). Conferencista há mais de 10 anos, aborda assuntos ligados à Liderança, Gestão de Pessoas, Inovação, Vendas e Empreendedorismo. Autora de 13 livros (alguns traduzidos para o espanhol e japonês), é colaboradora acadêmica e também professora convidada na Espanha. Além de empresária, está no ranking dos 20 maiores palestrantes do Brasil, segundo a Revista Veja.

No vídeo abaixo, ela se baseia no filme “Tropa de Elite” para falar da importância em “confiar” para melhores resultados profissionais.

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LEIA: Liderança e Responsabilidade (BOPE 2)