Artigo de Luiz Gustavo na Revista Ser Mais

Olá pessoal,

Quero compartilhar uma novidade. Semana passada, mais precisamente no dia 1º de maio, chegou em casa a revista Ser Mais, com meu 1º artigo publicado…

O texto Liderança e Responsabilidade, que já havia sido postado aqui no blog em Fev/2011 (clique e veja), foi também publicado no site da editora no início do mês passado (clique aqui) e para minha surpresa, chegou às bancas agora em Maio.

Revista Ser Mais artigo de luiz gustavo

Feliz demais por fazer parte desta seleta lista de profissionais reconhecidos na área de treinamentos como Reinaldo Polito, Marcelo Ortega, Ômar Souki, Chrstian Barbosa e muitos outros.

Graças à DEUS, mais uma conquista e mais um degrau alcançado. Agradeço a torcida e apoio dos os amigos e profissionais envolvidos. Grande abraço e sucesso à todos! ;)

 

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Como lidar com a pressão organizacional?

Olá pessoal, gostei muito deste artigo da Priscila Mendes e percebi que seria super interessante, este tema por aqui também. Ela é consultora e escreve com frequência para a “Você RH”.

Leia agora mesmo e descubra o que fazer com o excesso de prioridades em seu dia-a-dia.

Priscila Mendes

Consultora

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Quem de nós já não se deparou com a pressão do ambiente corporativo? Prazos, metas, concorrência, redução de custos e aumento de produtividade são apenas alguns dos motivos que levam as empresas a caminharem em ritmo acelerado. Assim, tem se tornado cada vez mais comum a busca por profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional. Mas como os colaboradores têm respondido a essa pluralidade corporativa?

As empresas têm optado por profissionais que se mostram produtivos, ou seja, capazes de gerenciar e executar uma gama de informações, tomando as ações necessárias em tempo real, contudo, sem comprometer a qualidade de entrega. Tudo isso com equilíbrio emocional. Logo, estamos falando de profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional.

Em uma equipe, reunimos pessoas com divergências de culturas, ideias e pontos de vista. Isso é saudável, porém, é importante lembrar que cada uma poderá apresentar uma reação distinta ao estímulo da pressão e o líder terá um papel importante na busca por um ambiente ponderado. Afinal as pessoas não devem fracassar diante da pressão.

Companhias têm refletido sobre essa questão e buscado mudanças, visando à qualidade de vida dos colaboradores. O investimento também é aplicado no desenvolvimento da liderança, com o objetivo de desenvolver, motivar e reter colaboradores, além de praticar técnicas que diminuam o estresse no ambiente de trabalho.

Algumas ações podem ajudar a aliviar a pressão do cotidiano, como a organização do espaço e das atividades de trabalho e a administração do tempo, fatores fundamentais para um rendimento superior e equilíbrio. Além disso, relacionar as atividades prioritárias e secundárias, definir o tempo que se destinará para a realização de cada uma delas, evitar ser interrompido, concentrar-se na tarefa a ser executada e aprender a dizer “não”, caso isso seja necessário, são algumas dicas que podem ajudar a conviver bem com a perseguição de metas e objetivos e a manter-se focado e preciso nos resultados, evitando cobranças e maior sensação de pressão.

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LEIA OUTROS ARTIGOS

Transforme essa crise em oportunidade

Já tive o prazer de ser treinado por este grande profissional e amigo, Wagner Dias, palestrante, autor de diversos artigos e alguns livros, entre eles: “Conselhos” e “Sucesso sem segredo”.

Já ministrou seus treinamentos em empresas muito bem conceituadas como: Petrobrás, Carrefour, Nokia, Vivo, LG, Bradesco, Sansung e muitas outras…

Wagner Dias

Escritor e Palestrante

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Acredito que bons relacionamentos e motivação são os pilares que sustentam os resultados de qualquer pessoa.

Você sabia que 87% das demissões no Brasil ocorrem por problemas de relacionamento? É impressionante, você concorda?

Diante dessa estatística eu faço uma aposta: você deve ter aí na sua empresa uma pessoa que é muito boa do ponto de vista técnico, mas que você nunca convidaria para um churrasco no fim de semana. Acertei?

Agora, pense um pouco: se o dono da empresa for obrigado a reduzir o quadro de funcionários, quem você acha que ele vai demitir? Você, ou aquele colega que está sempre de mau humor, que reclama de tudo, que é grosso com todo mundo, que nunca dá um sorriso? Você ou aquela pessoa que trata mal o cliente, o fornecedor, a recepcionista, o motorista? Você ou aquele funcionário que fala errado e que se orgulha de dizer que não gosta de ler? Você ou aquele colega que nunca bate as metas e coloca a culpa em todo mundo?

Isso serve também para fornecedores. Você já deve ter ouvido aquele velho ditado: “Amigos, amigos, negócios à parte”. Eu não concordo. Se você não fizer negócios com os seus amigos, vai fazer com quem? Com seus inimigos?!

Para essas pessoas existe crise, desemprego e falta de crédito. Para você pode ser a chance de se destacar, de ser reconhecido, valorizado, promovido. É nessa hora que você deve transformar ameaças em oportunidades.

O primeiro passo para que uma pessoa se relacione bem todos é a comunicação, e eu sempre digo que comunicação não é quando uma pessoa fala e a outra escuta, comunicação é quando um fala e o outro entende.

Portanto, tenha certeza de que todos estão te entendendo! Tenho certeza que você me entendeu.

Para melhorar a comunicação, os relacionamentos e a capacidade de liderança existem técnicas que você pode aprender. Leia bons livros, invista em palestras e treinamentos e aprenda a ser um líder, uma pessoa que se relaciona bem com todos, um profissional motivado e realizado.

Jô Soares – No motel

José Eugênio Soares, além de ser, um dos mais conhecidos apresentadores de TV dos últimos tempos (no estilo, entrevistas), é também ator, diretor, humorista e escritor. Seus livros mais conhecidos são: “O Homem que Matou Getúlio Vargas” e “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras”.

Na televisão começou em 1967 em “Família Trapo”, participou de vários outros programas, mas seu grande sucesso surgiu mesmo em “Viva o Gordo” (seu primeiro programa solo em 1981). Hoje, como muitos sabem, apresenta o “Programa do Jô” pela Rede Globo de Televisão e pela CBN.

“Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político.”

Jô Soares

Apresentador de TV

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“Quando me casei pela primeira vez a uns bons 25 anos atrás, minha primeira mulher me achava um tesão, descasei depois de 21 anos e me juntei com outra mulher e essa já me achava um pesão!

Daí estive refletindo e há certas coisas que me incomodam… Algumas ocasiões são realmente muito desagradáveis na vida de um gordo. Ir a um motel, com toda certeza, é uma delas. Tudo em um motel parece que foi projetado minuciosamente para sacanear com a cara dos obesos.

Reparem só.

Na grande maioria desses estabelecimentos é preciso subir uma escadaria para chegar ao quarto. Isso não se faz. Ou o gordo trepa ou sobe escada. As duas coisas no mesmo dia são impraticáveis.

O gordo chega tão esgotado no quarto que parece até que já deu duas no caminho. A parceira, então, propõe uma hidromassagem para relaxar. O que, na verdade, quer dizer:

‘Por que você não vai tomar banho, seu gordo sebento?’.

Já na banheira, o gordo percebe que nem a água quer ficar com ele. Metade cai fora, preferindo manter uma relação mais íntima com o chão do banheiro. Dá um friozinho na barriga, até porque parte da barriga, como um iceberg, fica pra fora da espuma.

Mas é na saída do banho que a situação fica ainda mais ridícula. Chega o fatídico momento de colocar o roupão, é triste, com algum esforço o cinto até fecha, mas o roupão não. Fica aquele decote tipo Luma de Oliveira, que dá pra ver até o umbigo. Só que no lugar da Luma está o Jô, saca? É constrangedor.

Quando o gordo finalmente chega ao quarto, a situação consegue ficar ainda pior. Se um elefante incomoda muita gente, dez elefantes de roupão refletidos nos espelhos incomodam muito mais. Para que tanto espelho? Se o próprio gordo já fica mal, imagina a parceira cercada  pela manada? Se eu fosse ela, não dava mais de comer aos animais.

Mas de todos os espelhos o mais cruel, sem dúvida, é o do teto. A vista é estarrecedora. Dá até para entender por que a maioria das mulheres transa com os olhos fechados.
Acho que a única utilidade de tantos espelhos é prá gente conseguir ver o pinto que a barriga não deixa a gente ver há muitos anos. Já faço até xixi no piloto automático.

Eu, como sou um gordo experiente, uso uma tática infalível: ligo o ar-condicionado no máximo para forçar o uso do lençol. Afinal, o que os olhos não vêem…”

 

O que é… Produtividade

“É quando o funcionário reage à uma preocupação genuína da empresa com ele.” (Max Gehringer)

Hoje colunista das Revistas: Época e Época Negócios (também já escreveu para Você S/A, Exame e Vip) e palestrante das áreas: Motivação e Liderança, Max Gehringer é um profissional muito bem conceituado na área empresarial.

Começou como office-boy, e de “degrau em degrau”, se tornou diretor de empresas como: Pepsi, Elma Chips e Pullman. Em 1999, segundo pesquisa do Jornal Mercantil, estava entre os 30 executivos mais cobiçados do Mercado. Com o tempo, passou a se dedicar à treinamentos e ficou ainda mais conhecido por suas atuações no Programa Fantástico (Rede Globo) e na rádio CBN.

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Max Gehringer

Administrador de Empresas, Escritor e Palestrante

Uma das lembranças mais vívidas que tenho de meu primeiro emprego era o grande escritório. Todo aberto, com um pé-direito enorme e paredes nuas. O ambiente era tão espartano que a única coisa que podia ser vagamente chamada de “decoração” eram os dois pomposos retratos dos fundadores, pendurados na parede do fundo. E era ali, sob os retratos, que ficavam as mesas dos diretores, estrategicamente posicionadas para que eles tivessem uma visão total do local. De frente para a diretoria ficavam todas as outras, e a hierarquia funcionava por fileiras de mesas. Na primeira fila estavam situados os chefes, para que eles pudessem ir rapidamente até a mesa dos diretores quando fossem chamados. Na última fila, ficavam os supervisores. E no meio, observados todo o tempo tanto pela frente quanto pela retaguarda, ficávamos nós, o resto dos funcionários. Cada funcionário tinha a sua mesa, e só. Mesmo os cestos de lixo ficavam junto às mesas dos supervisores, para que eles pudessem conferir tudo o que estava sendo descartado.

Um dia, apareceu na empresa um pessoal estranho, bem vestido e bem falante. Eles se definiam como “atualizados com as tendências da administração moderna”, algo que nós ali nem desconfiávamos que pudesse existir. Esse povo tinha sido contratado com o objetivo de mudar a mentalidade já meio ultrapassada da empresa, e começou alterando o layout: construíram salas para os gerentes, salinhas para os supervisores e minissalões para cada departamento. Como tudo isso requeria espaço, o escritório teve de ser ampliado. E aí, aproveitando o embalo, foram inseridos vários itens, digamos, mais atualizados com as tendências da administração moderna, como vasos com flores, reproduções de pinturas clássicas e persianas coloridas nas janelas.

O efeito foi incrível. A produtividade geral dobrou da noite para o dia. E, para nós, tudo pareceu óbvio: quando se dá ao ser humano mais espaço e mais tranqüilidade, ele funciona melhor. O escritório havia deixado de ter aquele aspecto de estádio de futebol para se transformar num ambiente que privilegiava a individualidade. E o agradecimento se resumiu em uma palavra que qualquer empresa entende e aprecia: produtividade.

Há um mês, eu me encontrei com um funcionário de uma grande instituição financeira e ele me contou, todo entusiasmado, a grande mudança pela qual o escritório acabara de passar. Dezenas de salas e salinhas tinham sido colocadas abaixo e o local havia sido transformado em um imenso salão, onde todo mundo podia ver todo mundo. E o resultado tinha sido positivo, em todos os sentidos: de repente, passou a haver mais espaço, mais luminosidade, mais contato humano e, principalmente, muito mais produtividade!

“Isso é o século 21!”, ele me disse. E eu, tentando não melindrá-lo, expliquei que aquilo, a bem da verdade, era o século 19. Grandes escritórios abertos, sem paredes, divisórias ou baias, foram o início de toda a história, lá pela época da Revolução Industrial. O fato de a produtividade melhorar quando a empresa constrói ou derruba salas, tanto faz, é resultado não da engenharia, mas da mensagem que a empresa está passando: estamos mudando para oferecer melhores condições de trabalho. E, quando o funcionário sente que existe uma preocupação genuína com ele, fica mais produtivo. Até no escuro.