ENTREVISTA EM 2006

entrevista-Olá pessoal, tudo bem?

Ao “revirar” alguns documentos por aqui, encontrei uma entrevista antiga, de aproximadamente novembro de 2006, quando estava com 22 anos e respondi algumas questões ligadas ao mercado de trabalho, minha formação e minhas atividades, já no primeiro ano que passei a atuar na área de treinamentos.

Segue:

***

1- Qual foi faculdade que cursou?

FAC-FITO.

2- Qual foi o curso?

Administração de Empresas.

3- Como é o mercado de trabalho?

Acredito ser uma ótima área, um ótimo mercado para quem quer entender “de tudo um pouco”. Não diferente de outras áreas, para se administrar uma empresa, acredito que você também tem que “suar a camisa”.

4- O mercado atualmente esta saturado?

Sim. Mas para um bom profissional, sempre haverá espaço!

5- Há quanto tempo atua na área?

Atuei dois anos (por enquanto, pois pretendo voltar) na área administrativa!

6- O que é preciso para se tornar um bom vendedor?

Entender do produto ou serviço e principalmente, de pessoas!

7- Como fez para ingressar no mercado de trabalho?

Primeiro, procurei melhorar o meu currículo entrando no curso que eu queria (adm. de empresas) e em seguida passei a procurar um local para fazer o estágio na área pretendida.

8- O que acha da situação do governo atual? Ele influencia negativamente no mercado onde atua?

Em relação ao governo, prefiro dizer que torço para melhorar sempre. Não gosto de culpá-lo pela situação, com certeza o governo influencia todo o nosso país, cabe a cada um, buscar situações melhores.

9- Qual é o produto (serviço) que sua empresa fornece?

Hoje trabalho “por conta”, com treinamentos para um melhor desenvolvimento pessoal e profissional da turma, ministrando aulas de técnicas de estudo, técnicas de vendas, inteligência emocional, entre outros…

10-Você tem dificuldades na área em que trabalha? Se sim, quais seriam?

R: A maior dificuldade que tenho é passar confiança aos que me contratam, pela minha idade… Normalmente as pessoas não acreditam que “gente nova” é capaz de passar treinamentos em algumas áreas.

11- Desde que começou a trabalhar, de lá pra cá, o mercado piorou ou melhorou?

Nem piorou, nem melhorou… O mercado apenas “continua” buscando o melhor. O melhor candidato, o melhor perfil, o melhor curriculo e por aí vai… Claro que a substituição cada vez maior de homens por máquinas, faz com que haja hoje um número superior de pessoas buscando um emprego, comparado com anos anteriores.

12- O que o motiva a fazer o que faz?

Acordar e saber que hoje estou na área que eu queria estar… Aprender algo, passar às pessoas e participar do desenvolvimento das mesmas é muito gratificante!

13- Se pudesse escolher outra carreirra qual seria e por quê?

Já escolhi e é o teatro. Também por ser uma forma de deixar alguma mensagem para que as pessoas possam refletir um pouco sobre a vida.

14- Na sua concepção uma carreira pode proporcionar riqueza, fama e sucesso? Qual considera a mais importante?

Sim, uma carreira pode proporcionar tudo isso e mais um pouco, desde que a pessoa se sinta bem nesta área e esteja disposta a continuar aprendendo, isto é, “cruzar os braços” não levará ninguém ao sucesso. O mais importante não está na lista acima, que é o “reconhecimento” das pessoas, daquelas que trabalham contigo e principalmente das que, muitas vezes, nem entendem muito desta sua área, mas que na verdade são as que mais torcem por você, pessoas estas que você chama de “família”.

15-Você considera que tem sucesso onde atua?

Sim. Sei que tenho muito o que aprender, mas faço o melhor que posso e faço com prazer. Me avalio constantemente e também peço que me avaliem, de acordo com as respostas que tenho, acredito sim, ter sucesso.

16- Quando você teve consciência deste sucesso?

Quando uma pessoa (com quem trabalhei), me deu os parabéns por eu estar na área que eu queria, dizendo que não teve coragem para fazer o mesmo e hoje, esta acostumada com o serviço e com a vida que tem. Pode parecer uma coisa “boba”, mas pra mim, fez bastante diferença!

17- E para finalizar. Como é o dia-a-dia de um vendedor?

Acredito que, em termos gerais,  é  uma “eterna disputa”, para vender mais, para “bater” a meta do mês, da semana, do dia… É um constante aprendizado com os diferentes tipos de pessoas, isto é, o que funciona pra um, não necessariamente irá funcionar para o outro.

***

Quero aproveitar o espaço e agradecer à pessoa que me entrevistou, Ledja Rafaela, ex-aluna da turma F (Menor Aprendiz – Fundação Bradesco), por tais questionamentos e por ter me dado esta oportunidade. Obrigado Rafa, rs…

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